10 de fevereiro de 2026
Vereador aborda representação protocolada no MP sobre enchentes na cidade
Laércio Trevisan Jr. discursou na tribuna da 3ª Reunião Ordinária e também criticou disparidades na cobrança da Cosip e aplicação de multas por videomonitoramento
O vereador Laércio Trevisan Jr. (PL), ao discursar nesta segunda-feira (9), na tribuna da 3ª Reunião Ordinária, falou sobre a representação por ele protocolada junto ao Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) acerca de ações voltadas à prevenção e ao combate a enchentes na cidade. O parlamentar também criticou valores relativos à Cosip (Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública) e questionou a metodologia de aplicação de multas de trânsito por videomonitoramento.
O primeiro ponto abordado foi a representação junto ao MP-SP. Trevisan Jr. apresentou partes do conteúdo do documento e relembrou ações da legislatura passada, como a criação de uma Comissão de Estudos sobre as enchentes.
“No dia 29 de janeiro, ocorreram no município vários pontos de enchentes. Fizemos um relatório geral e encaminhamos para o Ministério Público, diante da omissão configurada em causas que todos nós sabemos, mas para as quais não se tomam providências. Temos conhecidos nessa região que perderam seus móveis. Citei as emendas aprovadas por esta Casa que, pela gestão passada, não foram executadas, tanto para a avenida Armando de Salles como para outros locais de Piracicaba”, disse.
Em relação à Cosip, o vereador apontou divergências entre valores cobrados: “De um cidadão, o desconto foi de R$ 33,00; de outro, R$ 11,90; de outro, R$ 22,00. Na nossa cidade, não se consegue trocar uma lâmpada queimada. Votei contra a Cosip porque é um ato lesivo à sociedade, já que pagamos o IPTU. Colocam essa taxa nas costas do cidadão”.
Sobre o videomonitoramento, o parlamentar afirmou que as câmeras autuam motoristas desde setembro do ano passado. Segundo ele, as multas não vêm acompanhadas de imagens que registrem as infrações, o que foi tema de requerimento por ele enviado ao Executivo.
De acordo com Trevisan Jr., a prefeitura respondeu que a gravação das imagens não é obrigatória por lei e que os registros ficam armazenados no sistema: “Não fornece imagem. Você recebe uma multa e, no espaço da foto, não há registro da infração. Só vale um lado na cidade de Piracicaba. Isso é gravíssimo”.
O discurso completo do parlamentar pode ser visto no vídeo acima.
Supervisão: Rodrigo Alves - MTB 42.583
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