PIRACICABA, DOMINGO, 24 DE JANEIRO DE 2021
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12 DE JANEIRO DE 2021

Protetores de animais pregam união para viabilizar políticas públicas


Alessandra Bellucci promoveu, nesta terça-feira, a primeira reunião com segmentos que devem compor o Fórum Permanente de Proteção e Defesa dos Animais.



EM PIRACICABA (SP)  

Foto: Guilherme Leite - MTB 21.401 (1 de 12) Salvar imagem em alta resolução

Reunião ocorreu na tarde desta terça-feira, na Câmara

Reunião ocorreu na tarde desta terça-feira, na Câmara
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Reunião ocorreu na tarde desta terça-feira, na Câmara

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Reunião ocorreu na tarde desta terça-feira, na Câmara

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Reunião ocorreu na tarde desta terça-feira, na Câmara

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Reunião ocorreu na tarde desta terça-feira, na Câmara

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Reunião ocorreu na tarde desta terça-feira, na Câmara

Reunião ocorreu na tarde desta terça-feira, na Câmara
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Reunião ocorreu na tarde desta terça-feira, na Câmara



A união entre os protetores independentes é vista como peça-chave para transformar em políticas públicas as ações em defesa dos animais hoje executadas em Piracicaba de forma ainda pouco articulada. A avaliação é de representantes do próprio segmento, que se reuniram na tarde desta terça-feira (11), na Câmara, com a vereadora Alessandra Bellucci (REP) e sua assessoria.

A conversa possibilitou a Fernanda dos Santos e Maria Cristina Arzolla compartilharem a experiência de mais de 10 anos que ambas têm na defesa dos animais. Protetores independentes são o primeiro grupo com que Alessandra se reuniu a fim de coletar sugestões para aprimorar proposta, protocolada no último dia 4, para a criação do Fórum Permanente de Proteção e Defesa dos Animais.

Como o texto passará a tramitar na Casa somente quando oficialmente der entrada na primeira reunião ordinária do ano, em fevereiro, a ideia da parlamentar é, até a votação, conversar com entidades de defesa dos animais, protetores independentes e representantes de instituições e do Poder Público para que o texto a ser futuramente apreciado pelo Legislativo em plenário reúna contribuições de todos os segmentos envolvidos.

Alessandra quer, com o Fórum, "juntar forças" para que propostas originadas nele sejam abraçadas pelo Poder Público. "A montagem da estrutura deste Fórum nos ajudará a ter mais força para colocar projetos em pauta. É todo o Fórum que, junto, vai apresentar novas soluções; não eu sozinha, como propostas minhas, mas de 20, 30 pessoas", explicou a vereadora.

Maria Cristina apontou a eleição de Alessandra como a oportunidade para a defesa animal na cidade ganhar destaque. "Já passou da hora da união dos protetores de animais. As pessoas têm que enxergar que o momento é agora, pois é a primeira vez que Piracicaba tem um vereador que vem da proteção animal. É preciso todo mundo estar aqui dialogando junto, para promover o futuro dos animais que hoje não têm perspectivas nenhuma de proteção."

Com trabalho voltado à fauna silvestre, Maria Cristina chamou a atenção para o que acontece no entorno do Engenho Central, com uma "biodiversidade enorme de aves, mamíferos e répteis". "Não há investimento e proteção no Engenho Central, que tem que ser entendido como parque florestal que precisa de ações protecionistas", comentou, defendendo, como primeiro passo, a colocação de placas sinalizando o corredor ao longo do rio Piracicaba como "locais em que transitam essas espécies".

Fernanda, que é protetora e também enfermeira, relatou seu contato com a realidade de animais e famílias em situação vulnerável. "Vale a pena entrar na comunidade e abraçar a família inteira, pois muitas vezes ela e o animal não têm condições. Vou para ver falhas e ajudar, porque não consigo não encarar a dor deles como sendo minha também", disse, em tom positivo sobre a missão do Fórum. "Somos em poucas, mas vamos fazer muito."

"A maioria dos problemas é social. Falo isto sempre: quando cuida do animal, você cuida do humano", corroborou Alessandra, para quem "é preciso mais 'Fernandas' nos bairros". A vereadora voltou a defender a criação de um Departamento de Bem-Estar Animal para complementar o trabalho feito pelo Centro de Controle de Zoonoses e garantir a inserção em novos lares de animais recuperados de doenças e maus-tratos.

"Hoje não temos órgão de bem-estar animal aqui, o CCZ pega, mas não tem para onde destinar. Sou contra abrigo, porque é você tirar o animal de uma problemática e colocar em outra. O abrigo é necessário em casos de doenças; hoje, 80% das baias são ocupadas por animais sadios", disse, ao reforçar a necessidade de ampliar o trabalho de doação e divulgação desse contingente.



Texto:  Ricardo Vasques - MTB 49.918
Supervisão de Texto e Fotografia: Valéria Rodrigues - MTB 23.343


Saúde Alessandra Bellucci

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