29 de agosto de 2025

Alambrado que separa escolas municipais no Eldorado segue sem reparos há 3 meses

Requerimento de Edson Bertaia cobra da Prefeitura o conserto da cerca divisória

Texto: Ricardo Vasques - MTB 49.918
Supervisão: Rodrigo Alves - MTB 42.583

O vereador Edson Bertaia (MDB) busca esclarecimentos da Prefeitura sobre a situação do alambrado que separa as escolas municipais "Professor Francisco de Almeida Kronka" e "Osvladir Júlio", no bairro Eldorado.

Pais de alunos relataram ao parlamentar que a cerca que faz a divisa interna entre os dois imóveis está danificada desde o fim do semestre passado, em decorrência da remoção de árvores da espécie pinheiro, "cujo porte e risco de queda justificaram sua retirada, impactando diretamente a estrutura do alambrado".

"Conforme os relatos, um serralheiro visitou o local para realizar medições e, verbalmente, informou que o reparo seria efetuado em aproximadamente 15 dias. Contudo, já se passaram mais de três meses sem que o retorno ou a execução do serviço tenha ocorrido", reporta Edson Bertaia no requerimento 913/2025, aprovado com urgência nesta quinta-feira (28), durante a 45ª Reunião Ordinária.

"A cerca faz parte de uma área comum de lazer onde crianças brincam e está localizada próxima ao estacionamento de uma das escolas, tornando seu reparo urgente. A ausência de um alambrado adequado representa um risco potencial à segurança dos alunos, à integridade do patrimônio público e à tranquilidade dos usuários das dependências escolares", afirma o vereador.

O autor do requerimento quer saber se está previsto o reparo ou a substituição do alambrado, quando isso será feito, qual é a empresa ou a equipe responsável pelo serviço e quais foram "os motivos específicos para o atraso na execução do reparo, considerando a expectativa inicial de 15 dias informada à comunidade escolar".

Edson Bertaia também indaga quais medidas de segurança foram ou serão implementadas no local para mitigar os riscos aos alunos e à comunidade escolar enquanto o reparo não é concluído, se há um orçamento já aprovado e recursos alocados para a realização do serviço e se o Executivo "pretende regularizar a situação e garantir que futuros reparos de infraestrutura nas escolas municipais sejam realizados dentro de prazos razoáveis".

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