PIRACICABA, SEGUNDA-FEIRA, 28 DE SETEMBRO DE 2020
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19 DE MAIO DE 2020

Trevisan defende abertura total das atividades comerciais


Vereador também criticou, nesta segunda-feira (18), Parceria Público-Privada para concessão do transporte público



EM PIRACICABA (SP)  

Foto: Guilherme Leite - MTB 21.401 Salvar imagem em alta resolução





O vereador Laércio Trevisan Jr. (PL) utilizou os cinco minutos destinados à liderança do partido, na noite desta segunda-feira (18), durante a 7a reunião extraordinária da Câmara de Vereadores de Piracicaba, para enfatizar o seu questionamento sobre a proposta de isolamento social determinada pelo Governador do Estado de São Paulo, João Doria.  O parlamentar defende a abertura total das atividades comerciais.

“Construção civil. Operários trabalhando. Metalurgia trabalhando. Funcionários de padaria e de farmácia trabalhando. Garis, limpadoras, mecânicos, frentistas, funcionários, enfermeiras, médicos, todos trabalhando, aí vem o Dom Dória e proíbe os comerciantes de trabalhar, os profissionais liberais, os donos de estacionamento, cabeleireiros, como isso?, onde está que todos são iguais perante a lei?”, disse. 

Trevisan avaliou a decisão do governador do Estado como “hipocrisia” e desafiou que, aqueles que o critica por sua posição, defendam que todas as categorias não podem trabalhar. “Para uns pode ser (um trabalho) essencial, mas para outros é mais essencial para sobreviver”, adverte, ao defender os profissionais liberais, “os que precisam pagar aluguel, água, luz e o IPTU, que esse prefeito aumento exorbitantemente”, disse. 

TRANSPORTE – O vereador também criticou a PPP (Parceria Público-Privada), assinada em 2013, entre a Prefeitura e a empresa Via Ágil, e que foi rescindida recentemente. “Em atividade desde 2015, essa parceria não deu certo, por isso que este vereador votou contra, junto com o ex-vereador José Pedro, porque sabia que não ia dar certo”, disse.

Trevisan também criticou o contrato emergencial, assinado com a empresa Trans Acreana Ltda, no valor de R$ 34 milhões, “com uma licitação de que ninguém soube, ninguém viu”, questiona. “E ainda se fala em dívida de R$ 55 milhões que teria sido deixada pelo ex-prefeito, mas o mesmo diz que tinha R$ 72 milhões. Então, a gente precisa saber quem está falando a verdade, o ex-prefeito ou o atual”, concluiu.



Texto:  Erich Vallim Vicente - MTB 40.337
Supervisão de Texto e Fotografia: Valéria Rodrigues - MTB 23.343


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