PIRACICABA, SEGUNDA-FEIRA, 26 DE SETEMBRO DE 2022
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18 DE AGOSTO DE 2022

Palestra aborda igualdade e pluralidade nas relações humanas


Evento foi promovido pela Escola do Legislativo nesta quarta-feira (17)



EM PIRACICABA (SP)  

Foto: Guilherme Leite - MTB 21.401 (1 de 13) Salvar imagem em alta resolução

Encontro aconteceu nesta quarta-feira (17)

Encontro aconteceu nesta quarta-feira (17)
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Encontro aconteceu nesta quarta-feira (17)

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Encontro aconteceu nesta quarta-feira (17)



Com objetivo de ilustrar as diferentes maneiras em que a cidadania política e os Direitos Humanos importam na experiência cotidiana, a Escola do Legislativo promoveu, nesta quarta-feira (17), a palestra de tema “Igualdade e Pluralidade: Diferenças nossas de cada dia”. O encontro foi realizado na sala de aula da Escola, situada no andar térreo do prédio anexo da Casa. 

Convidados a discorrer sobre o tema, estiveram como facilitadores do debate a professora Célia Regina Rossi e o professor Josué Adam Lazier. Célia é associada do Departamento de Educação (área de Psicologia) do IB/UNESP, campus Rio Claro, e do Programa de Pós-Graduação em Educação Escolar e Educação Sexual da FCLAR/UNESP; já o professor Josué tem graduação em Teologia e Doutorado em Educação e atualmente coordenador da Avaliação Institucional e do NEPEDH (Núcleo de Estudos e Programas em Educação e Direitos Humanos) da Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba). 

A vereadora Silvia Morales (PV), do mandato coletivo ‘A Cidade É Sua’ foi quem abriu os trabalhos. Além dos alunos previamente inscritos para assistir ao evento, também participaram os alunos do Senac Piracicaba. 

Na abertura, Célia Regina destacou como marco dos Direitos Humanos a carta da ONU (Organização das Nações Unidas) de 1945 que, como lembrete dos horrores da Segunda Guerra Mundial, estipulou direitos fundamentais com o objetivo de promover e encorajar o respeito aos direitos de todos. De acordo com a professora, “os direitos humanos são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, gênero, condição econômica, nacionalidade, etnia, idioma, religião, orientação sexual, ou qualquer outra condição”. 

Em um parâmetro nacional, ela destacou que, no Brasil, “a cultura patriarcal, frequentemente, machista ainda é predominante”. Em razão disso, Célia enfatizou que o país ainda nutre muito preconceito, discriminação e exclusão social de grupos ou indivíduos em função do exercício de sua sexualidade, religião, diferenças étnicas entre outros. 

Para a educadora, “a escola é o espaço ideal para se falar de Direitos Humanos e, entre outras coisas, também de sexualidade, gênero, respeito, violência e diversidade”. Célia enfatizou que é neste ambiente que “se deve pautar suas provocações, problematizações, ações cotidianas, dentro de um compromisso ético, subsidiada por referencial teórico e reuniões de estudo, aprendizagem, que dê conta das temáticas do contemporâneo”. 

Diversidade - A professora explicou que a palavra diversidade significa variedade, pluralidade, diferença. É um substantivo feminino que caracteriza tudo que é diverso, que tem multiplicidade, que é plural na sociedade. Diversidade é a reunião de tudo aquilo que apresenta múltiplos aspectos e que se diferenciam entre si. De maneira mais objetiva, também é possível compreender esta palavra em nichos específicos. 

Na “diversidade cultural” são os múltiplos elementos que representam particularmente as diferentes culturas, como a linguagem, as tradições, a religião, os costumes, a organização familiar, a política, entre outros, que reúnem as características próprias de um grupo humano em um determinado território ou lugar. Já na “diversidade étnica” é a união de vários povos numa mesma sociedade. Etnia é um grupo de indivíduos que possuem afinidades de origem, história, idioma religião e cultura, independente do país em que se encontrem. “O Brasil é um país com grande diversidade étnica, sua população é composta da miscigenação de vários povos que juntos formaram uma nova identidade cultural”, destacou Célia. 

Segundo a facilitadora, os direitos LGBTQIAP+ ganharam força em diversos países nos últimos anos, muito em vista da promoção dos direitos humanos por entidades internacionais como a ONU (Organização das Nações Unidas) e a OEA (Organização dos Estados Americanos). “A luta e a reivindicação dos Movimentos LGBTQIAP+ ao redor do mundo também foi muito importante. Assim, a diversidade sexual passou a ser reconhecida e celebrada em diferentes lugares do mundo”, pontuou a professora.

A roda também propôs a discussão como busca nas diferenças individuais humanas promovem colaboração, partilhas, e interações que promovam o bem-estar, o conhecimento, a não violência, a compreensão e valorização do outro na construção da paz, para viver em comunidade. 



Texto:  Pedro Paulo Martins
Supervisão:  Rodrigo Alves - MTB 42.583


Escola do Legislativo Silvia Maria Morales

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