26 de abril de 2021
Demora para entrega de policlínica e escola no Vida Nova gera cobrança
Mandato coletivo A Cidade É Sua questiona administração municipal e governo estadual sobre andamento de investimentos anunciados na região.
A entrega de obras anunciadas para atender demandas de saúde e educação na região onde se situa o conjunto habitacional Vida Nova é cobrada pelo mandato coletivo A Cidade É Sua, composto pela vereadora Silvia Morales (PV) e por Jhoão Scarpa e Pablo Carajol.
Em ofício ao deputado estadual Alex de Madureira (PSD), o mandato coletivo solicita que o parlamentar verifique com o governo paulista o andamento da construção da escola estadual de ensinos fundamental e médio com capacidade para 840 alunos.
A unidade deve ser erguida em área na estrada Elias Gabriel da Silva doada ao Estado pela Prefeitura, na gestão Barjas Negri. Desde a aprovação do investimento e a assinatura do termo de parceria para o início da construção, no final de 2019, "nada foi executado e, ainda, foi retirada a placa com informações sobre a obra", apontam os integrantes do mandato coletivo.
Silvia, Jhoão e Pablo pedem a Alex de Madureira que busque com a Secretaria Estadual de Educação esclarecimentos sobre a evolução da obra, com a atualização das datas de início e término dela, averiguando, inclusive, "a possibilidade de colocação de nova placa com as informações no local".
Já em requerimento à Prefeitura, o mandato coletivo pergunta qual a previsão para conclusão e entrega da policlínica anunciada pelo Executivo municipal no Vida Nova, a qual deveria estar em funcionamento desde março, segundo placa instalada na área em que o prédio está sendo construído.
Eles indagam quais especialidades médicas serão oferecidas na unidade e se há possibilidade de a equipe médica que atuará no local contar com médico de família e enfermeiros para acompanhar e orientar mulheres da comunidade, em especial gestantes.
"Munícipes que moram no Vida Nova, particularmente as mulheres gestantes, estão necessitando de acompanhamento pré-natal. Muitas se encontram em situação de vulnerabilidade econômica, sem dinheiro até mesmo para o transporte público, não conseguindo se deslocar até os postos de saúde", afirma o requerimento.
"Essas mulheres também carecem de informações e orientações, muitas precisando de avaliações de profissionais competentes e encaminhamentos. Há uma carência de informações e orientações acerca dos devidos tratamentos preventivos e da saúde pessoal e ginecológica das mulheres que residem no conjunto habitacional", completa a propositura assinada pelo mandato coletivo e direcionada à Prefeitura.
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