27 de fevereiro de 2026
Vereador critica governo anterior por ações 'que não condiziam com a realidade'
"Prova disso são as vias de concreto: se você passar na avenida Pádua Dias ou na avenida Limeira, aonde você for tem problema, tem um buraco", disse Pedro Kawai
Ao ocupar a tribuna durante a 6ª Reunião Ordinária, nesta quinta-feira (26), o vereador Pedro Kawai (PSDB) fez críticas à gestão do ex-prefeito Luciano Almeida (2021-2024), citando exemplos do que o parlamentar apontou terem sido medidas equivocadas e que precisaram ser reconsideradas por Helinho Zanatta (PSD) ao longo de seu primeiro ano à frente do Executivo.
"Fomos opositores ao governo anterior e cansamos de ver obras e ações que não condiziam com a realidade, com o que estava acontecendo. Prova disso são as vias de concreto: se você passar na avenida Pádua Dias ou na avenida Limeira, aonde você for tem problema, tem um buraco. Segundo um ex-secretário, isso iria resolver o problema de conservação das vias do nosso município, mas está aí a prova [de que não resolveu]", comentou Pedro Kawai.
O vereador lembrou que, uma vez que o Orçamento executado no primeiro ano de Helinho Zanatta como prefeito foi elaborado em 2024, último de Luciano Almeida, foi preciso "trabalhar ainda com contratos orientados pelo governo anterior", como os de pavimentação. "Tanto é que tivemos várias licitações canceladas do governo anterior, por conta de valores absurdos e compras totalmente desnecessárias e fora da realidade."
Pedro Kawai mencionou o caso da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Atividades Motoras. "Tínhamos licitações, em andamento, de quadras e espaços esportivos em loteamentos que não tinham nem residência construída ainda, sendo que temos vários bairros precisando de investimentos. Então, 2025 foi usado para fazer uma reorganização nessas licitações", afirmou.
"E, em vários financiamentos que foram feitos no governo anterior e que eram para ser pagos pelo atual, tínhamos juros de mais de 17%. Por isso, licitações que não seriam entregues em 2025 foram canceladas e parte desse valor, que era a contrapartida do município, está hoje em caixa", esclareceu Pedro Kawai, sobre os R$ 498 milhões de disponibilidade financeira da Prefeitura ao final do ano passado. "Então, parte desse superávit vem por conta do não-uso do empréstimo, da recusa de pegar empréstimos e da contrapartida que ficou em caixa", concluiu.
Supervisão: Rodrigo Alves - MTB 42.583
Filmagem: TV Câmara
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