10 de março de 2026
Requerimento questiona viabilidade de mão dupla de direção na Alidor Percorari
Marco Bicheiro (PSDB) solicita informações sobre a possibilidade de contratação de estudo técnico
O requerimento 177/2026, de autoria do vereador Marco Bicheiro (PSDB), foi aprovado na noite desta segunda feira (9) durante a 9ª Reunião Ordinária de 2026. A propositura solicita ao Executivo estudo da viabilidade de mão dupla de direção em trecho da Avenida Alidor Percorari.
Marco Bicheiro aponta, no texto do requerimento, que a mão única de direção em todo o trecho das avenidas Beira Rio e Alidor Pecorari resulta em congestionamento de veículos, especialmente nos fins de semana, e por conta desses congestionamentos, o acesso aos restaurantes do trecho final da área de alimentação fica mais difícil.
Além disso, proprietários de restaurantes alegam que a implantação de mão dupla de direção na avenida Alidor Pecorari até o bolsão de estacionamento, localizado nas proximidades do campo de futebol União Porto, possibilitaria novo acesso à área de alimentação pela avenida Doutor Paulo de Moraes. Esse novo acesso contribuiria para facilitar a chegada do público aos restaurantes situados no trecho final da Rua do Porto, e desafogaria o tráfego na avenida Beira Rio.
O requerimento pede que a Prefeitura informe se há previsão de implantação de projeto visando à melhoria da fluidez do trânsito nas avenidas Beira Rio e Alidor Pecorari, se existe a possibilidade da contratação de estudo técnico para analisar a viabilidade da implantação da mão dupla de direção no trecho localizado nas proximidades do campo de futebol União Porto sem prejuízo a fauna local, e se já existe estudo técnico ou levantamento de impacto viário já realizado pela Prefeitura.
Ainda pergunta se a prefeitura avalia que a implantação de mão dupla de direção no trecho proposto poderia ser realizada de forma experimental, por período determinado, com monitoramento dos impactos no trânsito e na segurança viária.
A vereadora Silvia Morales (PV) lembrou que seu mandato já fez uma ampla discussão sobre o assunto na gestão passada, incluindo a realização de uma audiência pública. "Uma área alagadiça, Área de Preservação Permanente (APP), uma situação bem complexa de se duplicar", declarou.
Supervisão: Rodrigo Alves - MTB 42.583
Filmagem: TV Câmara
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