05 de maio de 2026

Para vereador, nova tabela SUS municipal deve ampliar transparência

Fabrício Polezi, em discurso nesta segunda (4), defendeu que nova dinâmica municipal de repasses a hospitais deve aumentar transparência e monitoramento em procedimentos

O vereador Fabrício Polezi (PL), em discurso na tribuna da 23ª Reunião Ordinária, realizada na noite desta segunda-feira (4), sustentou que a nova Tabela SUS Piracicabana, recentemente divulgada pela Prefeitura, deve trazer mais transparência nos repasses municipais e no monitoramento dos procedimentos em hospitais conveniados.

"Vamos esclarecer à população que nos assiste, no tocante a essa propagação que está sendo divulgada massivamente de que a Prefeitura está cortando repasses na saúde para o Hospital dos Fornecedores de Cana (HFC) e para a Santa Casa. A Prefeitura criou uma tabela própria, que diz o quanto está disposta a pagar por procedimento… Na especialidade 1, eu pago tanto; na 2, tanto; cirurgia para joelho, tanto; cirurgia para coluna, eu pago tanto", disse.

Segundo Polezi, atualmente há filas para exames e cirurgias: 'Há um déficit de 1.421 pacientes aguardando operações médicas. Desses 1.421 piracicabanos, pacientes do SUS aguardando cirurgias, 521 são de coluna'.

Para ele, ao promover um monitoramento mais preciso, a nova tabela deve aumentar a oferta de vagas e procedimentos.

"A partir de hoje, os preços são estes. Com a tabela SUS, deverão ser ofertados, por baixo, aproximadamente mais de 450 tipos de procedimentos clínicos e médicos. E por que vai aumentar a oferta? Porque vai haver um rigor na transparência, maior monitoramento nos procedimentos em espera e saber-se-á em que prazo, através desse monitoramento, eles serão realizados".

Ainda em seu discurso, Polezi exibiu e criticou um vídeo em que um munícipe aponta uma eventual retirada, por parte da Prefeitura, de vigias em escolas municipais. Para o vereador, trata-se de fake news.

"Isso é um absurdo, é uma fake news suja, baixa. É mentira! As escolas municipais nunca tiveram vigilantes em tempo integral. Nunca teve um vigilante tipo "Guarda Juju", com cassetete e apito. O que existia era um contrato com uma empresa terceirizada que oferecia um zelador para tomar conta da zeladoria da escola: pintura do portão, vidro quebrado. Em acordo de cavalheiros com os professores, ele ficava ali dando uma espiada no portão para receber as mães. Mas nunca foi vigilante, não tem preparo para isso e estaria incorrendo em desvio de função".

O discurso de Fabrício Polezi pode ser revisto, na íntegra, no vídeo acima.

 

Texto: Fabio de Lima Alvarez - MTB 88.212
Supervisão: Rodrigo Alves - MTB 42.583