PIRACICABA, SEGUNDA-FEIRA, 23 DE SETEMBRO DE 2019
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08 DE FEVEREIRO DE 2019

Em 38 dias, Semae fez 8 manutenções na rede de água


José Rubens Françoso, presidente da autarquia, esteve na Câmara nesta quinta-feira



EM PIRACICABA (SP)  

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Autarquia atende 172 mil domicílios, entre indústrias, comércios e residências

Autarquia atende 172 mil domicílios, entre indústrias, comércios e residências
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Autarquia atende 172 mil domicílios, entre indústrias, comércios e residências

Autarquia atende 172 mil domicílios, entre indústrias, comércios e residências
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Autarquia atende 172 mil domicílios, entre indústrias, comércios e residências

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Autarquia atende 172 mil domicílios, entre indústrias, comércios e residências






Em 38 dias, o Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto) realizou oito manutenções em sua rede, informou José Rubens Françoso, presidente da autarquia, ao listar uma série de ocorrências recentes. O órgão, que é ligado à Prefeitura do Município de Piracicaba, atende 172 mil domicílios, entre indústrias, comércios e residências, e foi chamado à Casa de Leis nesta quinta-feira (7), na 2ª reunião ordinária, por conta das interrupções recorrentes no fornecimento de água.

O presidente da autarquia disse que as interrupções no fornecimento de água podem ocorrer em função da ampliação da rede ou por falta de energia elétrica, por exemplo. “São acontecimentos que independem do Semae. Na manutenção preventiva, sempre tentamos avisar a população, para que ela se prepare”, informou.

Segundo Françoso, em 24 de dezembro ocorreu ruptura em tubulação de 300 milímetros em adutora na avenida Cássio Paschoal Padovani. Na mesma data, após os reparos, os técnicos da autarquia constataram novo rompimento ao ligarem os motores. Para isso, foi utilizado PVC (já que os tubos eram de cimento amianto, material que não é mais fabricado).

Dois dias depois, uma bomba localizada a 150 metros de profundidade de um poço queimou e comprometeu o abastecimento na região de Tupi. Em janeiro foram duas ocorrências: dia 8, quando uma bomba queimou em estação elevatória no Dois Córregos, e dia 10, com rompimento da adutora que abastece o Cecap.

“Quando as adutoras rompem, imediatamente vai ficar sem água nas ruas. Quem tem reservatório – condomínios, casas, residências e industrias – tem uma reserva que é para atender por 24 horas. Muitos casos, 60% dos que ligam reclamando no Semae, não possuem reservatório. Acabou a água na rede, a pessoa vai ficar sem água”, disse.

O Semae também precisou realizar manutenção preventiva em cabine de força no Unileste, em 16 de janeiro, das 8h às 14h. Nesta data, parte do setor da cidade ficou sem água, como ainda no dia 22 do mesmo mês, por causa de intervenção do Semae no Santa Cecília.

Ainda em janeiro, no dia 26, a alta turbidez da água no rio Corumbataí trouxe problemas ao Semae. “Esse evento comprometeu todo nosso trabalho da madrugada, das 23h às 4h. Tínhamos uma água que não poderia ser tratada”, esclareceu Françoso, que esteve na Câmara acompanhado de técnicos nas áreas de distribuição, tratamento e eletromecânica.

A última intervenção, informou Françoso, ocorreu em 30 de janeiro, para a interligação no Terminal da Pauliceia, de adutora de 300 milímetros da Estação Luiz de Queiroz para a região.

Na opinião de Françoso, novas adutoras precisam ser construídas na cidade. “Com o consumo maior na época de verão e temperatura alta, temos um limite. Com a adutora, que tem um determinado diâmetro e por um motivo ou outro não foram feitos reforços na tubulação para levar aos reservatórios, acontece essa falta”, disse o presidente. “Com a temperatura baixa, os reservatórios hoje, grande maioria está sendo abastecido, pela diminuição do consumo”, completou.

A exemplo do que fez durante visita de vereadores à Estação Capim Fino, Françoso listou os investimentos da autarquia, como construção de adutora no Dois Córregos, compra de 12.500 metros de tubulação. “O que faltam são adutoras para levar água”, disse, ao informar que o Semae emitiu mais de 13 mil notificações de furto de água.

O vereador Laércio Trevisan Jr. (PR) questionou Françoso sobre o preço da tabela praticada pelo Semae, superávit da autarquia e índice de perdas físicas, mas o presidente se recusou a responder, afirmando que as questões não estavam no escopo do requerimento que solicitou a sua presença. Françoso disse que o assunto poderia ser abordado na audiência pública que a Câmara realizará em 20 de janeiro, às 19h30.

Além disso, o presidente da autarquia respondeu a questionamentos dos vereadores Lair Braga (SD), Marcos Abdala (PRB) e Osvaldo Schiavolin, o Tozão (PSDB).



Texto:  Rodrigo Alves - MTB 42.583
Supervisão de Texto e Fotografia: Valéria Rodrigues - MTB 23.343


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